sábado, 3 de dezembro de 2011

“Casa de Aldana”

Atravesando la calle que tenemos en frente del arco de Santa Ana, llegaremos hasta la altura de la Casa Mudéjar, que visitaremos en nuestro proximo Blog, estamos por tanto de nuevo en la Calle Cuesta de Aldana, para visitar también la CASA DE ALDANA.

(Casa de Aldana)

Esta casa, se encuentra muy desvirtuada por las numerosas reformas que a lo largo de su existencia se han realizado.

(Casa de Aldana)

Sus orígenes son del siglo XIV. Aunque realmente poco queda de su estructura incial. Lo mas destacado que parece en la fachada posterior son dos sencillos balcones , unn escudo de armas de mármol de cinco flores de lis y de bajo una ventana con reja, quedando enmarcada otra ventada tapiada gemela gótica con mainel.

(Casa de Aldana)

Esta familia de los Aldana procedían de Galicia, Rodrigo Alvares de Aldana vino a Cáceres y caso en 1399 con doña Inés Fernández de la Cámara y Sotomayor. Lorenzo de Aldana, participo en la Conquista del Perú. Mandó que a su muerte, sus bienes se enviaran a los indios de su repartimiento para que, con ellos pagaran los tributos a Su Majestad.

(Casa de Aldana, ventana gótica germninada tapiada)

Existe una leyenda sobre esta familia

Hernán Pérez de Aldon, que llego a ser Capitán General de la Flota Real  en tiempos de Alfonso VI , se cuenta que encontrándose enfermo, peregrinó a Santiago de Compostela, un joven de forma insolente y con el fin de ver por encima del gentío se subió a su camilla. Aldana le pidió respeto a su persona, pero el joven persistió en su actitud diciéndole: “Si Supieras con quien estás hablando…”. Aldana averiguo que se trataba del sobrino del rey de Francia, Felipe I, y entonces solicitó permiso a su rey, Alfonso VI, para ir a retarle.

El combate a muerte se produjo y, cuando Aldana iba a propinar al francés el golpe de gracia, el rey le pidió que se detuviera y le daría a cambio lo que quisiera. Aldana le pidió que le dejara ostentar por armas en su escudo, cinco flores de lis de las ocho que en el real campeaban:

“Je te les donne, bien qu´elles soyent maldpnnées”.

Y desde entonces cambio su apellido de Aldana por el de Maldonado.

Fuentes de Antonaio Bueno Flores “Cáceres Historia escrita en Piedra”

                Fotos de Fernando Montes Macias

domingo, 24 de julho de 2011

Cascais

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Morgado de Azevedo




História:


O senhorio de Azevedo remonta à época medieval, constando o apelido no Livro Velho de Linhagens, segundo o qual D. Godinho Viegas de Azevedo, rico-homem do tempo do conde D. Henrique teria sido o primeiro a usá-lo.



A casa-solar situa-se no concelho de Barcelos. São oriundas desta família diversas personalidades, entre as quais, Lopo Dias de Azevedo que acompanhou D. João I na batalha de Aljubarrota, tendo recebido em recompensa o senhorio de São João de Rei. Era filho do tenente-coronel de Milícias de Barcelos, António Martinho Velho de Barbosa da Fonseca Sousa e Castro e de sua mulher, Maria Emília Lopes de Azevedo Pinheiro Pereira e Sá. Vários membros da família serviram no Norte de África e na Índia.



Ao 29° senhor da casa-solar e donatário da vila e couto de Azevedo, 21° senhor do morgado dos Coelhos de Vila de Souto de Riba-Homem, 14° senhor de Mazarefes, Castro, Paradela e respectivos padroados, 13° senhor do morgado de Pouve, 22° senhor da Casa do Paço, Francisco Lopes de Azevedo Velho da Fonseca Barbosa Pinheiro Pereira e Sá Coelho (1809-1876), foi concedido o título de visconde (1846) e por Decreto de 23 de Novembro de 1876, foi elevado a conde, tendo sido o 1° conde de Azevedo. Foi casado com D. Maria José Carneiro da Grã Magriço, herdeira do morgado José Carneiro da Grã Magriço e de sua mulher, Francisca Henriqueta Coelho Fiuza Ferreira Marinho Falcão Souto-Mayor.



Foi coronel comandante dos Voluntários Realistas, fez parte da 4" Divisão Realista e da Coluna Móvel ao Norte do Douro. Por algum tempo na política, dedicou-se sobretudo à cultura, tendo feito reedições de obras antigas numa tipografia que instalou no seu solar de Azevedo, transferida depois para o Porto e Póvoa de Varzim. Foi membro correspondente da Academia Real das Ciências por proposta de Tomás Ribeiro.



Não tendo herdeiros directos, a representação da Casa de Azevedo passou a sua sobrinha D. Maria Cândida Falcão de Azevedo por sua vontade, expressa em testamento.



Foi 2° Conde, Pedro de Barbosa Falcão de Azevedo e Bourbon (Decreto de 14.7.1905), filho da sobrinha do 1° Conde e de Francisco Barbosa do Couto Soutomaior. O 2° Conde de Azevedo fez parte da Comissão de Inquérito Vinícola e Vitícola (1908), criou o Sindicato Agricola e a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Monção (1905), fomentou a criação da Federação dos Sindicatos Agricolas do Norte (1917), tendo sido seu presidente (no Congresso Agricola de Braga, em 1924, foi apresentado um «Regulamento da Produção e Comércio dos Vinhos Verdes» da sua autoria), foi ministro da Instrução e da Agricultura, Comércio e Indústria do Governo Provisório do Porto. Colaborou em revistas e jornais políticos, no Dicionário Portugal e na Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira e publicou as Cartas Inéditas de Camilo ao Primeiro Conde de Azevedo (1927).



Documentação adquirida por compra, em leilão, em 1989.

Descrição:

Corresponde ao "Livro geral de todos os prazos e foros" do Morgado de Azevedo (com a nota de que pertence "aos Exmos Visconde e Viscondessa de Azevedo".



Para além deste livro, inclui certidões dos registos de doação e confirmação de São João de Rei e terras de Bouro aos seus sucessivos donatários.

Solar de Pouve









Santa Maria de Abade de Vermoim

Paços dos duques de Barcelos

A window to the heaven...